Qual é o propósito da sua empresa?

Qual é o propósito da sua empresa?

Publicado em: 06 de setembro de 2018 – Categoria: Negócios – Tags: Nike, NFL, Racismo, Ativismo, PublicidadeColin Kaepernick

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Se você não acompanha a NFL, a Liga de futebol Americana, provavelmente nunca ouviu falar em Colin Kaepernick (eu mesmo também não o conhecia até essa semana), mas provavelmente você viu o seu rosto que ilustra esse artigo pipocando toda hora na ‘timeline‘ da sua rede social favorita.

Ele foi um jogador do popular time San Francisco 49ers atuando como quarterback. Sim, FOI. No passado mesmo!

Desde 2016 ele iniciou um série de protestos contra a violência policial contra jovens negros ajoelhando-se em campo durante a execução do hino nacional que sempre acontece antes das partidas da NFL. Por conta desse posicionamento, Colin conseguiu inúmeros desafetos, dentre eles, o presidente Trump e desde então o atleta está sem contrato.

E foi exatamente esse atleta que a marca Nike chamou para se posicionar na sua mais recente campanha publicitária intitulada “Believe in something, even if it means sacrificing everything” (“Acredite em algo. Mesmo que isso signifique sacrificar tudo” em português).

A repercussão foi imediata, e parte do público apoiou a marca enaltecendo o seu posicionamento, ao mesmo tempo que outra parte criticou a campanha iniciando um boicote aos produtos. O mercado também reagiu e as ações da Nike caíram 3,16%, principalmente por conta das menções com a hashtag #NikeBoycott onde pessoas rasgavam e queimavam os produtos.

Então ontem (05 de setembro de 2018) a Nike lança o vídeo Dream Crazy endossando o seu posicionamento. O vídeo mostra vários atletas negros que superaram o racismo e eram considerados loucos por acharem que podiam mudar o ‘status quo‘ acreditando nos seus sonhos, ainda que parecessem inalcançáveis, ou, loucos, como a própria campanha diz.

Reproduzir vídeo

Que lição podemos tirar dessa ação?

Que a campanha é fielmente alinhada com o propósito da empresa. Acredite em algo. Mesmo que isso signifique sacrificar tudo. A Nike se arrisca ao se posicionar a favor dos protestos do Colin Kaepernick, Serena Williams, LeBron James, Odell Beckham Jr. e Shaquem Griffin. E o vídeo é a confirmação desse propósito! 

E a sua empresa? Arriscaria a sua reputação em favor de um propósito, de uma causa? Conte pra gente nos comentários!

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Adaptando seu site para formato responsivo? Você devia pensar da forma contrária

Adaptando seu site para formato responsivo? Você devia pensar da forma contrária

Por Anderson Costa

Jornalista com especialização em planejamento de comunicação digital. Um curioso permanente.

Hoje ter um site responsivo é uma boa prática presente em boa parte dos profissionais que desenvolvem sites. Isso é extremamente saudável num mercado dominado por smartphones. Porém, a lógica de trabalho pode estar errada do ponto de vista de negócio. Explico o porquê neste texto.

Apresento a vocês dados atualizados do Kantar Ibope TGI (Target Group Index), liberado anualmente pelo grupo Kantar Media Ibope e que tem sido de grande apoio aos profissionais de Mídia e Planejamento dentro das agências e anunciantes brasileiros. Clarifico um dado em específico: a evolução do potencial de cobertura ao longo dos anos dos principais meios de comunicação no Brasil.

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Observem o seguinte: as curvas de queda ou crescimento dos meios tradicionais de comunicação, em termos de cobertura nacional, já andam conforme esperávamos – TV aberta perdendo espaço, mídia impressa em queda livre, etc. Porém, observem o que acontece com nossa área de interesse nesse artigo. A cobertura de acesso à internet via desktop, que reinava absoluta há 5 anos atrás, perdeu quase 30% dessa fatia. Justamente para o mobile, que tinha 14% do share em 2013 e nos dados de 2017 já mostra 67% de cobertura. Maior que o rádio, já encostando no Out of Home (mídias externas como relógio, outdoors, etc) e correndo atrás da TV aberta. Mas mais importante: o DOBRO do acesso via internet no desktop.

Voltemos nossos olhos para outro indicador importante do mercado. A pesquisa TIC Domicílios realizada anualmente pelo
Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), que mapeia o uso de tecnologia nos domicílios urbanos e rurais do país e as formas de uso destas tecnologias por indivíduos de 10 anos de idade ou mais. Observemos os dados referentes a 2017, quando vemos usuários de internet no Brasil por dispositivo utilizado.

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Novamente, os mesmos recortes apresentam a mesma tendência. O acesso à internet via computador (desktop) perdeu quase metade do share, enquanto o telefone celular ganhou 20% em 4 anos.

Concluímos, então, que hoje o smartphone/celular é a principal forma de acesso do brasileiro à internet com esses dois fatos, correto? Pois bem, voltemos aos sites responsivos. E à provocação inicial deste post.

Se a principal forma de acesso à internet de seu público é móvel, por que você pensa em adaptar um site desktop, e não criar para mobile primeiro? Por que não priorizar o primeiro ponto de contato do seu público com seu site, e não o segundo?

É importante começarmos a pensar na experiência do usuário a partir do seu principal ponto de acesso. Especialmente pensando na jornada do consumidor do seu negócio. Se ela passa frequentemente pelo uso de dispositivos móveis, é esse ponto de contato que merece a maior atenção, e não o contrário.

Isso se aplica ao seu negócio? Provavelmente sim. Claro, é preciso validar essa hipótese. Observe a audiência do seu site atual via Google Analytics, especialmente por dispositivo e pelos momentos de acesso ao longo do dia. Leve em conta também o perfil do seu público – faixa etária, perfil de renda, por exemplo. Mesmo em divisões de idade e renda diferentes, o acesso a mobile pode até ser maior. Especialmente em público jovens e profissionais em deslocamento constante.

Se o acesso via dispositivo móvel é grande parte da jornada diária de contato do seu consumidor com seu conteúdo/produtos, pensar em uma melhor experiência mobile está na sua lista de prioridades neste momento.

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Engajar é muito mais do que gerar likes, é mudar a mentalidade

Engajar é muito mais do que gerar likes, é mudar a mentalidade

Publicado em: 9 de janeiro de 2018 – Categoria: Resenha – Tags: Comércio, Engajamento, Mentalidade, Varejo

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Engajamento é uma expressão muito vista em artigos sobre marketing digital, mas nem sempre fazem com que o empresário entenda o seu real significado.

Normalmente vemos conteúdos ensinando técnicas de como fazer com que as marcas consigam aumentar o grau de engajamento com o seu público, seja nas redes sociais, ou nos seus próprios sites.

Ok, as técnicas são fundamentais e na Kamus nós aplicamos as principais estratégias na busca de mais envolvimento com o consumidor, mas não é esse o foco desse artigo.

A ideia desse artigo é mudar a mentalidade do empresário por trás do conceito de engajamento

Grávida, Renata montou o quarto da sua filha Bella com os móveis da empresa Ameise Design com todo o carinho possível e com bastante antecedência, porém infelizmente a sua filha veio a falecer 10 dias depois do parto.

Nem precisamos dizer o quanto isso foi verdadeiramente impactante na vida do casal e da família toda. Esse sofrimento perdurou algum período, até que chegou a hora da Renata decidir o que fazer com o quarto da menina Bella, até então intocado.

Renata empacotou todos os itens e sobre os móveis ela decidiu entrar em contato com a empresa para saber se eles faziam o serviço de desmontar os móveis e quanto seria.

É aí que entra o engajamento na sua essência!

A empresa sensibilizada pelo ocorrido na vida de Renata acabou agindo de um jeito completamente não-comercial e ofereceu duas opções:

(Leia o texto citado numa menção da própria Renata no seu Facebook)

“ou mandariam um funcionário desmontar e embalar tudo e, quando eu quisesse, eles mandariam novamente uma pessoa para montar tudo, sem custo, ou então viriam buscar os móveis e me devolveriam todo o dinheiro.”

A atitude da empresa foi tão inesperada, mas ao mesmo tempo tão sensível, que isso impactou positivamente a vida da Renata. Ela devolveu os móveis 6 meses depois da compra já sonhando com uma nova gravidez.

“Nós vendemos mais que móveis, vendemos sonhos. E se o seu não foi do jeito que você queria, não faz sentido você ficar com esses móveis”.

Foi com essa frase que os funcionários da empresa foram até o quarto da Bella e desmontaram carinhosamente os móveis deixando o quarto dela vazio, mas o coração da Renata cheia de alegria.

Isso é engajar!

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Sua empresa está preparada para os novos hábitos dos consumidores de hoje?

Sua empresa está preparada para os novos hábitos dos consumidores de hoje?

Publicado em: 20 de novembro de 2018 – Categoria: Negócios – Tags: Comunicação, Consumidor, Google, Smartphones

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Uma frase do Albert Einstein ficou muito famosa, e dizia o seguinte:

"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes."

E é exatamente assim que muitos empresários se comportam quando o assunto gerar comunicação nos seus sites e redes sociais. Agem como se o mundo fosse o mesmo de anos atrás, argumentando que o impacto da tecnologia não afetam os seus negócios físicos.

Reconhecer que não existe mais “negócios físicos” já seria um ótimo começo. Pois na mente do consumidor tudo é uma coisa só.

Quer ver um exemplo simples?

Ontem eu e a minha esposa queríamos comer ‘Salada Ceasar’ de um restaurante que fica a 3Km da nossa casa. Estava chovendo e então acessamos o site, analisamos o cardápio, ligamos e fizemos o pedido. A comida chegou rápido e ficamos satisfeitos.

Situação típica de qualquer consumidor, certo?

Agora vamos refletir um pouco sobre essa experiência de compra:

  • E se essa empresa não tivesse um site?
  • Mesmo tendo um site, e se ele não fosse bem indexado (encontrável) no Google?
  • E ao achá-lo no Google, imagine se o site não funcionasse direito no meu celular com Android 4.0? Será que eu continuaria a compra até o fim?
  • E se o site organizasse as informações de forma confusa, dificultando a minha escolha.

Viram quantas situações simples poderiam impedir que eu concluísse a minha compra como consumidor?

E o que podemos aprender com a frase do Einstein?

A primeira lição que todo empresário deve saber é que o poder da compra está mais do que nunca na mão do consumidor. A empresa que eu citei no artigo trabalhou fortemente na comunicação de seus serviços e produtos e foi por isso que eu concluí a compra.

Ao ter um site encontrável na Internet, ela mostra que a sua comunicação foi eficaz, pois não basta apenas ter um site, é preciso manter um site para que ele possa sempre ser encontrável.

E isso significa produzir um site onde o conteúdo seja o foco. É preciso entender como o cliente pensa e construir uma comunicação nesse entendimento. E sempre que o empresário perceber que essa comunicação pode ser melhorada ou ajustada, deve ser feito o mais rápido possível.

Da mesma forma que o gerente do salão desse restaurante verifica se todos os garçons estão atendendo corretamente seus clientes, se a cozinha está liberando os pratos na temperatura ideal e num tempo aceitável, cabe ao empresário montar um time para atender as expectativa dos clientes através do site e das redes sociais em que há presença da empresa.

Empresário, agora que você entendeu um pouco como funciona a cabeça do seu cliente quando pensa na sua empresa, será que você vai agir do mesmo jeito na Internet? Acho que não né! 🙂

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Como está a empatia na comunicação da sua empresa?

Como está a empatia na comunicação da sua empresa?

Publicado em: 17 de novembro de 2017  – Categoria: Negócios – Tags: Clientes, Consumidor, Empatia, UX

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Pare um minuto e reflita: qual foi a última vez que você ou algum colaborador da sua empresa fez um cliente sorrir?

É muito boa a sensação de quando a sua atuação faz alguém sorrir não é mesmo? Principalmente se for por causa do seu trabalho.

A imagem da sua empresa estará vinculada por muito tempo na mente do seu cliente baseado nessa experiência! Toda vez que ele precisar de algo do seu segmento, certamente lembrará desse sorriso!

Um bom exemplo disso foi o caso da empresa Nubank que adiantou R$ 60,00 de crédito para aumentar o limite da sua cliente Pâmela Cândido poder usá-lo no táxi para ir numa entrevista.

Ela estava sem crédito, pois havia pago a fatura naquele dia, e demoraria pelo menos 2 dias para compensar. Ao falar com a empresa do seu problema, o atendendo liberou o crédito na hora no aplicativo e a cliente Pâmela chegou no seu compromisso por causa dessa ajuda (Assista o vídeo da reportagem do Bom dia Brasil sobre esse ‘case’ clicando no box a seguir).

Bom Dia Brasil | Relação entre SAC das empresas e consumidor tem melhorado

Como é citado na matéria, o número de empresas que atuam dessa forma é muito pequeno. Por mais que seja um negócio, é preciso subir o nível de relacionamento com o público e estar em busca constante para gerar empatia.

Se com um colaborador já é difícil gerar empatia no consumidor, imagine num site!

A falta de empatia pode ser determinante para a baixa taxa de conversão num site. Mais do que passar as informações sobre o seu produto ou serviço, é preciso conquistar esse usuário.

Ainda que a sua empresa não venda nenhum produto através do site, é na navegação que o usuário toma a decisão de compra ou contratação, mesmo que de forma indireta ou em outro momento.

“Dê o presente da sua atenção àquilo que você está fazendo e a quem quer que esteja com você.” (Jim Rohn)

Por isso é fundamental que a arquitetura de informação seja uma conversa entre a empresa e consumidor. É preciso planejar esse ‘storytelling’ de forma a surpreendê-lo. E a forma mais eficaz é gerar empatia!

Mesmo que o usuário seja o Simon Cowell, jurado do programa Britain’s Got Talent, é possível surpreendê-lo fazendo-o sorrir!

Percebam que na há nada demais na coreografia. Mas a apresentação gerou empatia e isso surpreendeu à todos, e o Simon, mesmo sendo muito exigente com os candidatos, disse a expressão “Dream come true!” e fez o grupo avançar no programa.

Por isso empresário, pense em como você vai conseguir essa mesma reação falando com os usuários na próxima vez que você construir um site. Quem sabe ele aperte o botão dourado também para o seu produto ou serviço!?

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Três em cada dez empresas brasileiras (35%) devem aderir à Black Friday

Três em cada dez empresas brasileiras (35%) devem aderir à Black Friday

Publicado em: 31 de outubro de 2017 – Categoria: Negócios – Tags: Black Friday, Comércio Eletrônico, E-Commerce, Serviço, Vendas

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

A economia no país deu sinal de pequena recuperação, mesmo com o cenário político tão conturbado como o que vivemos atualmente.

Mas somados ao crescimento do evento no calendário brasileiro, e a consolidação anos após ano, a Black Friday gera muito expectativa no setor. Segundo um estudo do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) três em cada dez empresas brasileiras (35%) devem aderir à Black Friday. (Fonte: E-Commerce Brasil)

No início, a Black Friday começou com sérios problemas de reputação

Tanto que foram criados inúmeros mecanismos de validação e verificação do cumprimento das promessas de descontos. Bem pouco tempo atrás, batizada de Black Fraude, onde a expressão “tudo pela metade do dobro” viralizou, gerando muitos memes e desconfiança.

Nas edições mais recentes, alguns órgãos se posicionaram como fiscalizadores de apoio ao consumidor. É o caso do Procon de São Paulo, que esse ano fará plantão das 19h do dia 23 até 22h do dia 24 de novembro. Essa iniciativa auxilia o consumidor, e as empresas honestas e ajuda o crescimento ainda mais dos números.

***

Menos de um mês para a Black Friday. Qual foi a estratégia da sua empresa para esse ano? Acesse: http://kamus.com.br/blackfriday/

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Black Friday é assunto sério!

Black Friday é assunto sério!

Publicado em: 24 de outubro de 2017 – Categoria: Negócios – Tags: Black Friday, Comércio Eletrônico, Eventos, Serviços, Vendas

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Com exceção do Natal, a Black Friday é sim, o maior evento do calendário do comércio brasileiro atualmente. Pasmem. Mais do que dia das mães, dos namorados e das crianças!

Desde quando desembarcou por aqui no ano de 2011, chegou coberto de desconfiança e as perguntas mais recorrentes eram: “afinal, o que é Black Friday, como funciona, quando acontece?”

Black Friday é assunto sério!

Assim podemos definir a Black Friday. Ela acontece sempre na 4ª sexta-feira do mês de novembro, depois do Dia de Ação de Graças, famoso feriado americano chamado ‘Thanksgiving’.

Normalmente nessa época do ano, as lojas ficavam cheias por conta do feriado, e então o comércio criou essa ação promocional e que depois de um tempo, ganhou popularidade e o mundo! Desde então, a Black Friday faz parte do calendário de vários países. E mesmo empresas de outros segmentos diferentes do comércio aderiram o evento e hoje fazem estratégias comerciais para gerar mais negócios.

No comércio, o evento é fundamental para renovar os estoques antes do Natal. Os descontos aumentam o giro das mercadorias, provocando novas compras de reposição em maiores volumes, e consequentemente, maior margem, ideal para o equilíbrio das contas do ano.

Para as empresas de serviços a Black Friday é uma ótima oportunidade de fechar novos negócios. Tradicionalmente no Brasil, o período entre o Natal e o Carnaval são comummente encarados como “de baixa” e o evento auxilia muito na captação de novos recursos.

Para o consumidor a Black Friday tem um propósito diferente do Natal. O conceito é de uma compra pessoal, que aproveita um corte mais agressivo nos preços e transformando em uma oportunidade única no ano.

Em resumo, a Black Friday é um assunto sério!

Esse ano na Kamus nós resolvemos aderir o evento com o propósito de fecharmos novos negócios nesse período do baixa (afinal, somos uma empresa de serviços!), mas também de conscientizar o nosso público sobre a importância na adesão do empresário sobre o evento.

A ideia é trazer conteúdos argumentativos sobre a Black Friday para criar uma cultura de apropriação cada vez maior do empresário brasileiro, planejando, criando estratégias comerciais de comunicação.

É claro que a Kamus oferece todos esses serviços de produção e inteligência para a sua empresa e preparamos uma página especial bastante informativa e com desconto em todos os serviços sob demanda e fixo.

Quem sabe na Black Friday de 2018 a sua empresa/marca não estará fazendo uma campanha com a Kamus dando descontos para os seus clientes!?

Acesse: http://kamus.com.br/blackfriday/

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A Internet do seu público é ‘mobile’. E o seu site é responsivo?

A Internet do seu público é 'mobile'. E o seu site é responsivo?

Publicado em: 28 de abril de 2017 – Categoria: Resenha – Tags: Clientes, IBGE, Internet, Mobile, PesquisaRedes Sociais, Responsivo

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Quando Steve Jobs apresentou o iPhone na MacWorld de 2007, o mundo sabia que esteve de frente para algo realmente inovador. Ele era um produto incrível, e ofereceu uma forma totalmente nova de usarmos celulares.

Mais do que a telefonia, o iPhone foi disruptivo com a indústria da música, da fotografia e principalmente, da Internet!

À partir dessa apresentação o mundo nunca mais seria o mesmo!

Toda uma geração de usuários nasceu e cresceu baseado nesse patamar de consumo que ditou o comportamento da sociedade. Produtos e serviços surgiram para estar no ecossistema criado pela Apple à partir desse dia.

Hoje, 92,1% do acesso da Internet doméstica do Brasil é feito por um celular

Segundo uma pesquisa do IBGE, o celular superou pela primeira vez os desktops e monopolizam o acesso da Internet da maioria dos lares brasileiros através dos dispositivos móveis.

Com base nesses dados, é fundamental que cada empresário que investe em comunicação na Internet se conscientize de que se o usuário não tiver uma boa experiência de uso pelo celular, ele a descartará.

Não importa qual é o tipo de ação. Seja uma publicação via e-mail marketing, redes sociais ou site. Se a menção não se adaptar ao smartphone, não existirá comunicação nenhuma com o usuário.

Na Kamus todos os produtos são 100% pensados para criar uma excelente experiência de uso, independente se o seu público está num smartphone, tablet ou deskotp!

E aí empresário, a comunicação da sua marca é responsiva?

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A sua marca está preparada para receber uma enxurrada de críticas?

Qual é o propósito da sua empresa?

Publicado em: 06 de setembro de 2018 – Categoria: Negócios – Tags: Nike, NFL, Racismo, Ativismo, PublicidadeColin Kaepernick

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Já imaginou você criar uma campanha bem bacana, com forte engajamento político que mostre uma posição social forte da sua marca com uma questão social importante? Imaginou? Pois é, a Pepsi também imaginou participar mais ativamente sobre os movimentos sociais de protestos e criou uma campanha em vídeo estrelada pela modelo Kendall Jenner. Ela aparece fazendo um ensaio fotográfico na frente de um prédio onde se inicia uma passeata e ela se sensibiliza e adere ao protesto. O vídeo foi considerado “pior anúncio de todos os tempos” por supostamente banalizar o assunto abordado. A repercussão foi gigantesca, e a Pepsi retirou a sua campanha do ar.

Mas e se fosse a sua marca, como você faria nessa situação?

Tentaria debater com o público e defenderia o conceito da campanha? Fingiria que nada estava acontecendo e deixaria a campanha no ar mesmo assim, ou faria como a Pepsi que reconheceu o erro e retirou a campanha do ar? O irônico nessa campanha é que o conceito é justamente fazer com que a sociedade seja mais ativa aderindo aos protestos e foi justamente um movimento popular que derrubou o vídeo. Será que a Pepsi imaginou esse final? Com certeza não. Uma coisa é certa, comunicar é planejar, medir e se reinventar. Adivinhem em qual a fase a Pepsi está agora!

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As pessoas mudaram o seu hábito de consumo e você ainda vende do mesmo jeito?

Pela primeira vez na história da indústria americana de música, o ‘streaming‘ corresponde a maior fatia da receita do setor. 51% de cada dólar pago por consumo de música nos Estados Unidos vem de serviços de ‘streaming‘ como Spotify, Apple Music, Deezer, Tidal, etc.

Segundo a ‘RIAA‘ (Recording Industry Association of America – Associação da Indústria de Gravação dos EUA), em 2016 houve um aumento de 11,4% no mercado, num volume anual de US$ 7,7 bilhões, comemorado pelas grandes gravadoras que adotaram o ‘streaming‘ como principal forma de negócio.

Claro que esse cenário nem sempre foi assim, basta lembrar do alvoroço causado pelo programa Napster em 1999, que mexeu com toda a indústria, que acabou ignorando na época do processo movido pela banda Metallica a mensagem não tão clara ainda do público sobre o consumo de música no mundo.

E qual era a mensagem do público?

De que não consumiria música mais do mesmo jeito! O ‘streaming‘ é a resposta para isso! Ninguém quer mais baixar músicas. Serviços com Spotify provam que o consumo continua, mas a forma como a música era comercializada precisou mudar.

E como isso influencia nos outros tipos de negócios?

Praticamente tudo!

Da forma como se vende, comunica, e até mesmo o tipo de negócio da sua marca. Uma empresa consciente sabe que o público mudou completamente. Ele hoje pesquisa muito mais sobre um produto ou serviço na Internet, antes mesmo de digitar os números do seu cartão e crédito.

Há sites especializados em resenhas, blogs opinativos, e claro, a experiência de outras pessoas.

Cada vez mais o consumo baseado no impulso perde mais força e um alto grau de engajamento com o público é o caminho. E a comunicação é a forma para atingir esses objetivos. Mas se ainda sim, você não acredita nesse conceito, não se preocupe, o seu consumidor sim.

Como diz Alvin Toffler:

“Ou você tem uma estratégia própria, ou faz parte da estratégia de alguém.”

Pense nisso!