Em breve haverá mais usuários Android do que Windows

O Windows sempre foi o sistema operacional da maioria dos computadores pessoais do mundo. Durante décadas imperou frente aos concorrentes e quando a Internet surgiu há 20 anos, ele ainda dominava o mercado.

Quando o iPhone entrou em cena em 2007, ele abriu as portas para os celulares entrarem no jogo, popularizando os aplicativos logo depois, mudando completamente o comportamento do usuário para processar informação, se comunicar e se divertir, alterando o ‘modus operandi‘ de toda uma geração que estava nascendo.

Hoje, segundo a empresa de monitoramento Stat Counter, o número de celulares de Android será maior do que os de Windows em breve.

Ok, mas o que isso muda nos meus negócios?

Tudo!

Pense da seguinte forma: vamos supor que uma criança tinha 5 anos no lançamento do iPhone em 2007, e que hoje ela tem 15 anos. Portanto, uma adolescente, que provavelmente tem muitos amigos na escola e já está pensando na faculdade que fará em breve.

Essa pessoa certamente se comunica com amigos pelo Facebook, Instagram, Whatsapp e Snapchat. Ou seja, sua forma de interação com o mundo é através do celular. Portanto, quando ela for um jovem adulta, certamente continuará usando o smartphone para tudo, de busca a compras e aí vem a pergunta que não quer calar:

Será que a sua empresa está capacitada para interagir com esse público através dos dispositivos móveis?

Qual é a voz da sua marca e qual é a percepção do seu público?

Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar… os que não se fazem amar e os inumanos!

Esse é um trecho do filme “O Último Ditador” (The Great Dictator – 1940) de Charles Chaplin, o primeiro em que ouvimos a sua voz. Até então ele havia feito dezenas de filmes mudos, e resistiu durante muito tempo em aderir ao cinema com som, mas quando o fez, produziu essa obra-prima!

A voz ajudou a transmitir um conceito de reflexão proposta pelo personagem de Chaplin, mas também pode ser a expressão de uma marca, produto ou empresa.

Como o seu público percebe a voz da sua marca?

Será que ele acha que a vida dele fica melhor com as informações que a sua marca passa? Ou quem sabe a percepção é que a sua marca é divertida, engajada ou relevante? Claro que nem sempre o público consegue perceber corretamente a sua voz.

Mas nesse caso, é preciso então voltar para o lápis e papel e começar o planejamento novamente.

Um ótimo exercício é assistir o vídeo do músico Dave Grohl para o evento SXSW de 2013. Ele discursou sobre o seu processo de descoberta da sua própria voz quando mais jovem, que gerou a sua expressão como baterista da banda Nirvana nos anos 90 e depois na banda do Foo Fighters.

Vale o exercício!

Depois de assisti-lo, volte aqui e comente como você acha que é a voz da sua marca.

Em que horário eu poderei trabalhar no projeto?

Todos nós temos um “cronotipo“. Ou seja, um perfil variável de um determinado período do dia ou da noite em que somos mais ativos, e consequentemente, mais produtivos.

Um desses perfis é o matutino, que correspondem em média 10% da população. Essas pessoas acordam muito cedo e lá pelas 21h já estão mortas de sono, e em geral executam a maioria das suas tarefas antes do meio-dia.

Já os vespertinos ocupam outra fatia de 10% da população e são mais ativos depois das 20h, justamente por não conseguirem dormir cedo, nem acordar. Por conta disso, costumam ter menos horas de sono do que necessitam, descansando no fim de semana.

O restante da população intermediária consegue se ajustar aos horários bem mais do que os outros dois grupos.

Conhecer o seu cronotipo auxilia não só na produtividade, mas como também na qualidade de vida. E nesse tópico, nós da Kamus incentivamos muito! Quanto melhor for a qualidade do seu sono, mas dispostos você estará ao longo do dia.

Por isso incentivamos que todos os coworkers trabalhem no máximo até 4h por dia para a Kamus. Não importando qual o seu cronotipo. Basta se organizar para cumprir os prazos definidos nos ‘cards‘ e trabalhar no horário que for mais adequado para você.

O site da sua empresa precisa rodar corretamente em celulares, já!

Não é mais tendência, nem modismo, é comportamento. 

Segundo a IDC, desde 2014 as vendas de tablets estão caindo vertiginosamente, e no Brasil chegou em 32% de queda. Ainda segundo a pesquisa, o número de notebooks também caiu, e mesmo com um discreto 0,7% a menos nas vendas do ano passado, é bom os fabricantes ficarem atentos.

E essa notícia não afeta só a indústria. Influencia diretamente como a sua empresa gera negócios na Internet. Com 3,7 milhões de tablets e notebook a menos nas mãos dos consumidores que aderem cada vez mais smartphones com telas acima de 5 polegadas, se um site não rodar corretamente nesses dispositivos, o usuário buscará o seu concorrente.

Simples assim!

E não basta o seu site ser responsivo. É preciso pensar na experiência do usuário e como a abordagem da sua empresa impacta na tomada de decisão desse público.

Por exemplo: já passou pela sua cabeça que até mesmo o conteúdo pode ser responsivo, não só o layout? Isso significa que num smartphone o conteúdo fornecido seria mais enxuto, deixando a comunicação mais dinâmica. Afinal, a tela é bem menor, mesmo que o celular seja de 5 polegadas.

Além disso, botões, menus, entre outros itens chamados ‘call to actions‘ precisam ser maiores para facilitar o clique com um dedo e não com o ponteiro do mouse como ocorre na versão ‘desktop‘.  Tudo isso faz com que a experiência do usuário seja mais facilitada, e consequentemente, mais inclinado à conversão.

Ou seja, é bom para os negócios!

Usando a Comunicação para alavancar os negócios

Em 1984, a empresa Apple entrou para a história com o comercial de lançamento do Macintosh no intervalo do Superbowl XVIII. A peça publicitária fazia uma referência ao livro “1984” de George Orwell, onde a sociedade era governada por um sistema totalitário (Big Brother) que privava a individualidade de todos os cidadãos.

O comercial foi dirigido por Ridley Scott (Blade Runner, o Caçador de Andróides) e provocava os espectadores mostrando que o Macintosh seria o instrumento que possibilitaria o indivíduo a romper todas as barreiras, tornando-o verdadeiramente livre.

O comercial só passou uma única vez na TV, e foi um marco para a história da publicidade e fez da Apple a marca que conhecemos hoje. Na época, a Apple tentava superar o grande ‘player‘ do mercado de tecnologia, a empresa IBM, referida como o ‘Big Brother‘ no comercial.

Agora vamos trazer essa situação para o contexto atual. Hoje qualquer marca tem acesso a uma infinidade de canais de comunicação onde estão os consumidores. É possível publicar textos, imagens, slides, áudios e vídeos impactando, engajando e vendendo qualquer produto ou serviço para o consumidor.

Diferente de 1984 onde a TV imperava como via de comunicação em massa, hoje os palcos são pulverizados e mais do que nunca, cada marca precisa entender que é preciso ter presença onde o seu público está.

A questão é que, não basta estar, mas sim, como.

Imaginem se o comercial do Macintosh passasse hoje. Será que ele impactaria da forma como foi em 1984? Com certeza não, pois ele foi criado pensando naquele cenário. Hoje é preciso pensar no microcosmo de cada rede social. Todos os canais possuem um tipo de voz, comportamento e replicar fórmulas mágicas sem contextualizar ou engajar é fazer com que a sua marca seja apenas mais uma na ‘timeline’.

E aí, preparado para jogar o martelo no monitor ou vai ficar sentado assistindo o Big Brother dizendo com a sua empresa precisa atuar?

Como é feita a aprovação do produto contratado?

Recentemente publicamos um artigo explicando como é possível acompanhar a produção de um projeto na Kamus. A ideia é aprovar a produção em tempo real, independente do número de tarefas e dos profissionais envolvidos.

Na Kamus nós usamos a plataforma Trello que possibilita que o cliente visualize remotamente tudo que está sendo produzido, aprovando ou pedindo revisão.

A ferramenta é gratuita e possui versão para desktop e roda em todos os navegadores (Chrome, Firefox, Safari e Internet Explorer), além de ter aplicativo para iOS e Android. Veja mais detalhes no site.

Mas e o projeto? Como verei o que está sendo produzido?

Se a empresa já possuir um domínio registrado e um site rodando normalmente numa hospedagem (e recomendamos a Xdevs para isso!), há duas situações em que o cliente pode optar:

Mantemos o site atual, deixando em pleno funcionamento e a produção é feita num outro endereço privado, onde só o cliente, ou o responsável pelas aprovações terão acesso. Assim que as tarefas forem concluídas pelos coworkers, eles atualizam o site, possibilitando a homologação do cliente, que pode aprovar ou pedir revisão.

A segunda situação é tirar o site do ar, deixando uma página temporária, que será criada especificamente para informar os usuários que o site está em construção, mas deixando dados suficiente para ficarem interessados pela estreia, deixando um formulário de retenção para serem avisados quando o mesmo for lançado (o mesmo acontecerá com as empresa que não possuem site).

Dessa forma é possível transformar visitantes em ‘leads’ e já iniciar um processo de comunicação, mesmo sem um site no ar!

Mentira tem perna curta, principalmente na Internet!

O professor Gustavo Guanabara é o criador do ótimo canal Curso em Vídeo. Nele você pode acompanhar a produção de vários tipos de cursos de linguagem de programação, aplicativos, entre outros, além de vídeos sobre o mercado de tecnologia e claro, educação. Tudo de graça!

Guanabara é produtor de conteúdo pro Youtube e ontem ele publicou esse vídeo que explica a denúncia de um autor sobre uma técnica para manipular as visualizações dos vídeos no Youtube e assim gerar mais receita com publicidade.

Mas antes de você continuar lendo a minha resenha, eu sugiro que você assista o vídeo do Guanabara para entender o funcionamento da fraude e como essa história terminou.

Ok, todos nós concordamos que em nenhum especto fraude não é legal.

Na Internet é possível fazer praticamente qualquer coisa e no longo dos meus 8 anos de carreira, eu já vi de tudo um pouco e situações como essa se repetem muito, infelizmente.

A questão é que não faltam ferramentas e técnicas para auxiliarem a fraude e é muito fácil cair na tentação de inchar os números e manipular os resultados em detrimento próprio. Mas acreditem, as pessoas estão cada dia mais engajadas com a Internet é técnicas fraudulentas fazem parte do repertório de entendimento de cada vez mais pessoas, inclusive os clientes!

Então empresário reflita um pouco e me responda: será que vale à pena comprar visualizações, curtidas, seguidores ou fãs?

Na Kamus nós achamos que não. Aqui nós acreditamos no engajamento junto ao usuário, tratando-o com respeito e foco. Afinal, nosso trabalho é criar uma comunicação mais humana, menos impessoal e fraudar dados definitivamente não é o nosso verbo!

Por que a sua empresa ainda não tem um site que vende?

Certamente porque você contratou alguém para fazer um layout e não para desenvolver uma solução para o seu negócio! E eu não estou dizendo com isso que design não vende. Não muito pelo contrário. O design auxilia a venda e motiva o consumo. Avaliar uma peça visual de um site apenas pela estética e não pelo eficácia em negócios, é um tremendo desperdício!

Na Kamus nós entendemos que todo site é uma peça de comunicação, e como tal, precisa ter objetivos claros e metas a serem atingidas. A criação é baseada na conversão e mesmo que o seu negócio não transacione através do site, a tomada de decisão do consumidor passa por essa comunicação e documentar essa tarefa para criar uma solução visual é fundamental.

O usuário está no centro de tudo

Criar layouts que ignorem a necessidade do usuário é o mesmo que rasgar dinheiro. Num mundo onde não há mais o conceito “entrar na Internet”, pois nós estamos na Internet o tempo todo através dos dispositivos móveis (leia o artigo sobre site responsivo), dar ao usuário aquilo que ele necessita é inteligente e faz bem ao seu negócio.

Todo layout deve ter o usuário como o centro de tudo! É preciso mapear os seus desejos, necessidades e só então podemos desenvolver soluções visuais para atendê-lo.

Mas se a sua empresa ainda tem um site que você acha lindão, mas não vende, ou pior, nem sabe se vende, está na hora de um redesign.

Você não acha!?

Quantos projetos eu posso fazer ao mesmo tempo?

Qualidade de vida.

Essa sempre foi a meta quando comecei a modelar a Kamus. E como a operação da empresa é baseada na atuação dos coworkers, essa meta foi estendida para os profissionais que nos contratamos para nosso projetos.

Durante muito tempo enquanto freelancer, eu busquei metodologias e ferramentas que me auxiliassem na produtividade, mas que me beneficiassem também com mais tempo para estudos e lazer.

Depois de muito pesquisar, eu elegi 3 metodologias apoio como as principais na minha produção:

  • GTD (Getting Things Done) – Metodologia de gestão de prioridades de tarefas;
  • Pomodoro Techinique – Técnica foco em produção baseada em ciclos de 25 minutos;
  • Kanban – Conceito de acompanhamento de fluxo de produção;

Qualidade nas entregas

Para atingir excelência nas entregas e ainda sim ter qualidade vida, é preciso, antes antes de mais nada, limitar a quantidade de demandas, ter muito foco nas tarefas e fazer pausas recorrentes para aumentar a produtividade.

Dessa forma, na Kamus nós estimamos que todos os produtos devam ter atuação dos coworkers de no máximo 4 horas diárias em cada projeto. Esse tempo inviabiliza atuar em mais de um projeto ao mesmo tempo, ou seja, se você entrar para um time num projeto, só poderá participar de novas montagens de times, quando terminar o projeto atual.

Mas não se preocupe. O resultado final é produtividade alta, focada e com muita qualidade de vida para você!

A importância do design na comunicação

No dia 26 de fevereiro de 2017 aconteceu a histórica 89ª edição o Oscar! Histórica não só pela qualidade dos filmes e atores, mas como também, por uma das maiores gafes de que se tem notícia! Quem acompanhou a entrega dos prêmios até tarde para saber qual filme seria consagrado como o melhor do ano, viu o ator Warren Beatty se enrolar totalmente com o envelope durante mais tempo do que o normal, quando a atriz Faye Dunaway anunciou:

“La La Land”.

Toda equipe subiu até o palco e no terceiro agradecimento, o produtor do filme La La Land anuncia que Moonlight era o vencedor! Na verdade, o envelope que estava na mão de Warren Beatty era o de melhor atriz. Prêmio ganho instantes antes pela Emma Stone, também do filme La La Land, por isso a enorme dúvida do Warren Beatty.

Mas qual é a relação da gafe com design?

Ok, houve um erro. A troca dos envelopes por alguém da organização e a falta de jogo de cintura do casal Warren Beatty e Faye Dunaway foram determinante para o que aconteceu.

Mas alguns dias depois, o criativo Benjamin Bannister fez uma proposta de mudança no envelope que vale o argumento. Ele sugeriu um redesign da tipologia e disposição dos elementos focados na ação. Ou seja, na conversão!

Sim, conversão!

Basta refletirmos: qual é o objetivo do envelope? Anunciar um vencedor de uma determinada categoria, e de um determinado filme.

Perceberam que o envelope trocado do Oscar possui o nome da vencedora e do filme do MESMO TAMANHO, quando na verdade o principal seria o nome da atriz Emma Stone!?

Certamente se o design do envelope fosse como o proposto pelo Benjamin, chamaria mais atenção dos atores, que poderiam notar que o envelope estava trocado, evitando a gafe. Quem sabe ano que vem, eles contratam o Benjamim pra isso!?