Engajar é muito mais do que gerar likes, é mudar a mentalidade

Engajar é muito mais do que gerar likes, é mudar a mentalidade

Publicado em: 9 de janeiro de 2018 – Categoria: Resenha – Tags: Comércio, Engajamento, Mentalidade, Varejo

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Engajamento é uma expressão muito vista em artigos sobre marketing digital, mas nem sempre fazem com que o empresário entenda o seu real significado.

Normalmente vemos conteúdos ensinando técnicas de como fazer com que as marcas consigam aumentar o grau de engajamento com o seu público, seja nas redes sociais, ou nos seus próprios sites.

Ok, as técnicas são fundamentais e na Kamus nós aplicamos as principais estratégias na busca de mais envolvimento com o consumidor, mas não é esse o foco desse artigo.

A ideia desse artigo é mudar a mentalidade do empresário por trás do conceito de engajamento

Grávida, Renata montou o quarto da sua filha Bella com os móveis da empresa Ameise Design com todo o carinho possível e com bastante antecedência, porém infelizmente a sua filha veio a falecer 10 dias depois do parto.

Nem precisamos dizer o quanto isso foi verdadeiramente impactante na vida do casal e da família toda. Esse sofrimento perdurou algum período, até que chegou a hora da Renata decidir o que fazer com o quarto da menina Bella, até então intocado.

Renata empacotou todos os itens e sobre os móveis ela decidiu entrar em contato com a empresa para saber se eles faziam o serviço de desmontar os móveis e quanto seria.

É aí que entra o engajamento na sua essência!

A empresa sensibilizada pelo ocorrido na vida de Renata acabou agindo de um jeito completamente não-comercial e ofereceu duas opções:

(Leia o texto citado numa menção da própria Renata no seu Facebook)

“ou mandariam um funcionário desmontar e embalar tudo e, quando eu quisesse, eles mandariam novamente uma pessoa para montar tudo, sem custo, ou então viriam buscar os móveis e me devolveriam todo o dinheiro.”

A atitude da empresa foi tão inesperada, mas ao mesmo tempo tão sensível, que isso impactou positivamente a vida da Renata. Ela devolveu os móveis 6 meses depois da compra já sonhando com uma nova gravidez.

“Nós vendemos mais que móveis, vendemos sonhos. E se o seu não foi do jeito que você queria, não faz sentido você ficar com esses móveis”.

Foi com essa frase que os funcionários da empresa foram até o quarto da Bella e desmontaram carinhosamente os móveis deixando o quarto dela vazio, mas o coração da Renata cheia de alegria.

Isso é engajar!

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© 2016 – 2018 Kamus – Hub de Profissionais – (21) 98412-8528 – falecom@kamus.com.br – CNPJ 26.649.828/0001-69

A Internet do seu público é ‘mobile’. E o seu site é responsivo?

A Internet do seu público é 'mobile'. E o seu site é responsivo?

Publicado em: 28 de abril de 2017 – Categoria: Resenha – Tags: Clientes, IBGE, Internet, Mobile, PesquisaRedes Sociais, Responsivo

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Quando Steve Jobs apresentou o iPhone na MacWorld de 2007, o mundo sabia que esteve de frente para algo realmente inovador. Ele era um produto incrível, e ofereceu uma forma totalmente nova de usarmos celulares.

Mais do que a telefonia, o iPhone foi disruptivo com a indústria da música, da fotografia e principalmente, da Internet!

À partir dessa apresentação o mundo nunca mais seria o mesmo!

Toda uma geração de usuários nasceu e cresceu baseado nesse patamar de consumo que ditou o comportamento da sociedade. Produtos e serviços surgiram para estar no ecossistema criado pela Apple à partir desse dia.

Hoje, 92,1% do acesso da Internet doméstica do Brasil é feito por um celular

Segundo uma pesquisa do IBGE, o celular superou pela primeira vez os desktops e monopolizam o acesso da Internet da maioria dos lares brasileiros através dos dispositivos móveis.

Com base nesses dados, é fundamental que cada empresário que investe em comunicação na Internet se conscientize de que se o usuário não tiver uma boa experiência de uso pelo celular, ele a descartará.

Não importa qual é o tipo de ação. Seja uma publicação via e-mail marketing, redes sociais ou site. Se a menção não se adaptar ao smartphone, não existirá comunicação nenhuma com o usuário.

Na Kamus todos os produtos são 100% pensados para criar uma excelente experiência de uso, independente se o seu público está num smartphone, tablet ou deskotp!

E aí empresário, a comunicação da sua marca é responsiva?

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A sua marca está preparada para receber uma enxurrada de críticas?

Qual é o propósito da sua empresa?

Publicado em: 06 de setembro de 2018 – Categoria: Negócios – Tags: Nike, NFL, Racismo, Ativismo, PublicidadeColin Kaepernick

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Já imaginou você criar uma campanha bem bacana, com forte engajamento político que mostre uma posição social forte da sua marca com uma questão social importante? Imaginou? Pois é, a Pepsi também imaginou participar mais ativamente sobre os movimentos sociais de protestos e criou uma campanha em vídeo estrelada pela modelo Kendall Jenner. Ela aparece fazendo um ensaio fotográfico na frente de um prédio onde se inicia uma passeata e ela se sensibiliza e adere ao protesto. O vídeo foi considerado “pior anúncio de todos os tempos” por supostamente banalizar o assunto abordado. A repercussão foi gigantesca, e a Pepsi retirou a sua campanha do ar.

Mas e se fosse a sua marca, como você faria nessa situação?

Tentaria debater com o público e defenderia o conceito da campanha? Fingiria que nada estava acontecendo e deixaria a campanha no ar mesmo assim, ou faria como a Pepsi que reconheceu o erro e retirou a campanha do ar? O irônico nessa campanha é que o conceito é justamente fazer com que a sociedade seja mais ativa aderindo aos protestos e foi justamente um movimento popular que derrubou o vídeo. Será que a Pepsi imaginou esse final? Com certeza não. Uma coisa é certa, comunicar é planejar, medir e se reinventar. Adivinhem em qual a fase a Pepsi está agora!

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As pessoas mudaram o seu hábito de consumo e você ainda vende do mesmo jeito?

Pela primeira vez na história da indústria americana de música, o ‘streaming‘ corresponde a maior fatia da receita do setor. 51% de cada dólar pago por consumo de música nos Estados Unidos vem de serviços de ‘streaming‘ como Spotify, Apple Music, Deezer, Tidal, etc.

Segundo a ‘RIAA‘ (Recording Industry Association of America – Associação da Indústria de Gravação dos EUA), em 2016 houve um aumento de 11,4% no mercado, num volume anual de US$ 7,7 bilhões, comemorado pelas grandes gravadoras que adotaram o ‘streaming‘ como principal forma de negócio.

Claro que esse cenário nem sempre foi assim, basta lembrar do alvoroço causado pelo programa Napster em 1999, que mexeu com toda a indústria, que acabou ignorando na época do processo movido pela banda Metallica a mensagem não tão clara ainda do público sobre o consumo de música no mundo.

E qual era a mensagem do público?

De que não consumiria música mais do mesmo jeito! O ‘streaming‘ é a resposta para isso! Ninguém quer mais baixar músicas. Serviços com Spotify provam que o consumo continua, mas a forma como a música era comercializada precisou mudar.

E como isso influencia nos outros tipos de negócios?

Praticamente tudo!

Da forma como se vende, comunica, e até mesmo o tipo de negócio da sua marca. Uma empresa consciente sabe que o público mudou completamente. Ele hoje pesquisa muito mais sobre um produto ou serviço na Internet, antes mesmo de digitar os números do seu cartão e crédito.

Há sites especializados em resenhas, blogs opinativos, e claro, a experiência de outras pessoas.

Cada vez mais o consumo baseado no impulso perde mais força e um alto grau de engajamento com o público é o caminho. E a comunicação é a forma para atingir esses objetivos. Mas se ainda sim, você não acredita nesse conceito, não se preocupe, o seu consumidor sim.

Como diz Alvin Toffler:

“Ou você tem uma estratégia própria, ou faz parte da estratégia de alguém.”

Pense nisso!

Se a sua marca vai falar na rede, prepare-se para ouvir

A música Stairway to heaven da banda Led Zeppelin é com certeza uma das músicas mais incríveis já feita. Ela foi criada por Jimmy Page (guitarrista) e Robert Plant (vocalista) no ano de 1971 para o álbum da banda chamado Led Zepeplin IV.

O reconhecimento da obra está em inúmeros prêmios e citações que recebeu desde o seu lançamento, como “500 melhores canções de sempre” da Revista Rolling Stone, e claro, pelas inúmeras versões coverizadas.

A mais famosa foi a versão feita pela banda Heart no Tributo Led Zeppelin no Kennedy Center Honors em 2012 pela CBS. Ann e Nancy Wilson conseguiram o improvável: fizeram uma versão de Stairway to heaven ainda melhor que original.

Foi incrível ver a reação emocionada dos integrantes assistindo a performance, que ainda contou com a presença de Jason Bonham, filho do já falecido ex-baterista da banda, John Bonham.

O que será passou pelas mentes dos músicos do Led Zeppelin assistindo essa apresentação? Certamente eles nunca imaginariam que seria possível alguém capitalizar, ainda que em formato de tributo, em cima de uma obra-prima como Stairway to heaven.

Assim como as bandas, as marcas também correm o risco de alguém se apropriar de suas obras. O caso mais recente foi o vídeo da Amazon do produto Kindle no Brasil. O vídeo publicitário citava as paredes recém-pintadas na cidade de São Paulo no movimento ‘maré-cinza’ do Prefeito João Doria.

A Amazon usou as paredes de fundo para trechos de livros famosos, numa metáfora sobre a cor cinza, mesma cor da tela do seu aparelho, como forma mostrar que há algo bacana para se fazer nessa situação como ler um bom livro.

O perfil empresário do prefeito aproveitou a chance e capitalizou em cima da publicidade da Amazon e provocou a empresa com o seguinte comentário em vídeo no seu Facebook:

“Já que a Amazon gosta tanto de São Paulo, do Brasil, ajude nossa cidade, ajude a quem precisa. Se vocês gostam realmente, doem livros para as bibliotecas, doem computadores para as escolas públicas e municipais”

O vídeo repercutiu, gerou um grande debate, e claro, outras marcas entraram na conversa oferecendo apoio com produtos, o que obrigou a Amazon a se posicionar frente ao mercado.

Assim como Page e Plant não imaginaram que ouviriam uma música melhor do que eles criaram, a Amazon também não esperava que o Doria ganhasse em cima de seu vídeo.

Ter uma presença online é indispensável para qualquer marca

A Internet mudou o mundo completamente. Há 20 anos atrás começava a corrida das marcas para ter o site da sua empresa. Era incrível ter acesso 24h por dia e 7 dias por semana do seu negócio acessível por todos os consumidores.

Novos modelos de negócios surgiram e à partir daí o comportamento do consumidor também foi impactado. Produtos e serviços surgiam todos os dias e o mercado amadureceu rapidamente.

Logo depois, com o surgimento das redes sociais, todo esse comportamento se intensificou e o mercado foi elevado para um patamar ainda mais alto.

Mas a Internet também é terreno fértil para as armadilhas

Dentre tantas existente na rede, as notícias falsas possuem um grande volume, principalmente quando o assunto é compartilhamento. Segundo um estudo do Instituto de Internet da Universidade Oxford, o número de compartilhamento de notícias ‘fakes‘ é praticamente igual ao de conteúdo verdadeiro.

Por conta disso, marcas, personalidades públicas, e pessoas comuns, todos corremos o risco de sermos alvos de conteúdo falso, que podem prejudicar totalmente nossos negócios, carreiras e vidas.

Para as marcas, investir em comunicação não é só uma forma de divulgar os seus produtos e serviços em seus canais, mas é também uma ótima oportunidade de defendê-la!

Estruturar um time também focado nesse tipo de gestão é mais do que indicado. Hoje em dia é questão de sobrevivência!

Na comunicação de uma gestão de crise, cada detalhe importa muito

Infelizmente o noticiário atual no nosso país não está lá muito bacana de se acompanhar. Crise econômica e política, esquema de corrupção e agora sobrou até para a nossa carne.

Deflagada pela Polícia Federal, a chamada Operação Carne Fraca, tem como objetivo desarticular um suposto esquema de corrupção envolvendo fiscais do Ministério da Agricultura e donos de frigoríficos, dentre elas a BRF (das marcas Sadia e Perdigão) e JBS (Friboi e Seara).

A crise acabou se instaurando depois da denúncia, e claro, ganhou a Internet. Memes dos mais variados invadiram a linha do tempo e o caso ficou bastante efervescente. Motivo suficiente para as marcas se prepararem. Mas não foi isso que aconteceu.

O Diabo está nos detalhes

Essa máxima é levada ao extremo quando o assunto é presença online. Cada passo da comunicação precisa levar em consideração a percepção do público frente à marca. Quando uma crise se instala, todo cuidado é pouco.

A empresa JBS correu pra fazer um vídeo com depoimentos de funcionários para amenizar o problema, que ajudaria bastante a consolidar a imagem da empresa, porém, quando usou uma imagem de um dos produtos da Friboi, o selo da carne estava com data de validade de 2013.

Foi o suficiente para virar piada nas redes sociais, aumentando ainda mais a crise, obrigando a empresa a publicar uma nota de esclarecimento dizendo que usou imagens de arquivo (o que é normal!) e reeditou o vídeo sem a imagem da peça.

Ainda que fique provado que a empresa não tenha nenhum problema com a denúncia da Polícia Federal, qual imagem você acha que o público terá dela de agora em diante?

Entenda por que todo empresário deveria adorar o coworking

Os chamados escritórios de coworking são empresas que adotam um modelo de trabalho realizado em espaços compartilhados. A oferta desses espaços cresce a cada ano no mundo todo desde o começo dos anos 2000.

Só no Brasil já são quase 400 espaços assim, onde os profissionais atuam nas mais diferentes áreas. São programadores, advogados, contadores, designers e até pequenas e médias empresas, acredite!

O coworking possui inúmeras vantagens. Como é um espaço compartilhado, a convivência com vários outros perfis de pessoas é bastante enriquecedor, pois agrega mais experiência para quem frequenta esses ambientes.

Nesse último mês, a empresa We Work, uma das líderes desse segmento, investiu no Brasil com uma unidade de 2 andares na cidade de São Paulo.

Mas como um escritório de coworking pode ajudar o meu negócio?

Primeiro, pela múltipla bagagem dos profissionais que atuam nesses espaços. É muito comum a mescla de ‘skills‘ diferentes, gerando um perfil mais elaborado.

Segundo pela economia dos custos. Num escritório de coworking, o profissional paga uma mensalidade que lhe dá direito a uma mesa para trabalhar com Internet banda larga, em muitos casos é possível até ter um serviço de telefonista e salas de reuniões, que dá mais privacidade ao profissional na hora de fazer aquela videoconferência importante.

Na Kamus a precificação dos nossos produtos contemplam as horas-técnicas desses profissionais e não valores das CLT. Isso faz com que os custos sejam mais justos e acessíveis para qualquer tipo de empresa que queira investir em comunicação.

Entendeu por que chamamos esses profissionais de coworkers?! Eles são o nosso ‘core‘, e muitos deles atuam nesses escritórios, por isso nós os adoramos. E vocês?

Em breve haverá mais usuários Android do que Windows

O Windows sempre foi o sistema operacional da maioria dos computadores pessoais do mundo. Durante décadas imperou frente aos concorrentes e quando a Internet surgiu há 20 anos, ele ainda dominava o mercado.

Quando o iPhone entrou em cena em 2007, ele abriu as portas para os celulares entrarem no jogo, popularizando os aplicativos logo depois, mudando completamente o comportamento do usuário para processar informação, se comunicar e se divertir, alterando o ‘modus operandi‘ de toda uma geração que estava nascendo.

Hoje, segundo a empresa de monitoramento Stat Counter, o número de celulares de Android será maior do que os de Windows em breve.

Ok, mas o que isso muda nos meus negócios?

Tudo!

Pense da seguinte forma: vamos supor que uma criança tinha 5 anos no lançamento do iPhone em 2007, e que hoje ela tem 15 anos. Portanto, uma adolescente, que provavelmente tem muitos amigos na escola e já está pensando na faculdade que fará em breve.

Essa pessoa certamente se comunica com amigos pelo Facebook, Instagram, Whatsapp e Snapchat. Ou seja, sua forma de interação com o mundo é através do celular. Portanto, quando ela for um jovem adulta, certamente continuará usando o smartphone para tudo, de busca a compras e aí vem a pergunta que não quer calar:

Será que a sua empresa está capacitada para interagir com esse público através dos dispositivos móveis?

O site da sua empresa precisa rodar corretamente em celulares, já!

Não é mais tendência, nem modismo, é comportamento. 

Segundo a IDC, desde 2014 as vendas de tablets estão caindo vertiginosamente, e no Brasil chegou em 32% de queda. Ainda segundo a pesquisa, o número de notebooks também caiu, e mesmo com um discreto 0,7% a menos nas vendas do ano passado, é bom os fabricantes ficarem atentos.

E essa notícia não afeta só a indústria. Influencia diretamente como a sua empresa gera negócios na Internet. Com 3,7 milhões de tablets e notebook a menos nas mãos dos consumidores que aderem cada vez mais smartphones com telas acima de 5 polegadas, se um site não rodar corretamente nesses dispositivos, o usuário buscará o seu concorrente.

Simples assim!

E não basta o seu site ser responsivo. É preciso pensar na experiência do usuário e como a abordagem da sua empresa impacta na tomada de decisão desse público.

Por exemplo: já passou pela sua cabeça que até mesmo o conteúdo pode ser responsivo, não só o layout? Isso significa que num smartphone o conteúdo fornecido seria mais enxuto, deixando a comunicação mais dinâmica. Afinal, a tela é bem menor, mesmo que o celular seja de 5 polegadas.

Além disso, botões, menus, entre outros itens chamados ‘call to actions‘ precisam ser maiores para facilitar o clique com um dedo e não com o ponteiro do mouse como ocorre na versão ‘desktop‘.  Tudo isso faz com que a experiência do usuário seja mais facilitada, e consequentemente, mais inclinado à conversão.

Ou seja, é bom para os negócios!