A Internet do seu público é ‘mobile’. E o seu site é responsivo?

A Internet do seu público é 'mobile'. E o seu site é responsivo?

Publicado em: 28 de abril de 2017 – Categoria: Resenha – Tags: Clientes, IBGE, Internet, Mobile, PesquisaRedes Sociais, Responsivo

Por Cristiano Santos

Fundador da Kamus, designer web especialista em criação de sites com WordPress focado em negócio; pai, marido e goleiro de fim de semana.

Quando Steve Jobs apresentou o iPhone na MacWorld de 2007, o mundo sabia que esteve de frente para algo realmente inovador. Ele era um produto incrível, e ofereceu uma forma totalmente nova de usarmos celulares.

Mais do que a telefonia, o iPhone foi disruptivo com a indústria da música, da fotografia e principalmente, da Internet!

À partir dessa apresentação o mundo nunca mais seria o mesmo!

Toda uma geração de usuários nasceu e cresceu baseado nesse patamar de consumo que ditou o comportamento da sociedade. Produtos e serviços surgiram para estar no ecossistema criado pela Apple à partir desse dia.

Hoje, 92,1% do acesso da Internet doméstica do Brasil é feito por um celular

Segundo uma pesquisa do IBGE, o celular superou pela primeira vez os desktops e monopolizam o acesso da Internet da maioria dos lares brasileiros através dos dispositivos móveis.

Com base nesses dados, é fundamental que cada empresário que investe em comunicação na Internet se conscientize de que se o usuário não tiver uma boa experiência de uso pelo celular, ele a descartará.

Não importa qual é o tipo de ação. Seja uma publicação via e-mail marketing, redes sociais ou site. Se a menção não se adaptar ao smartphone, não existirá comunicação nenhuma com o usuário.

Na Kamus todos os produtos são 100% pensados para criar uma excelente experiência de uso, independente se o seu público está num smartphone, tablet ou deskotp!

E aí empresário, a comunicação da sua marca é responsiva?

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Usando a Comunicação para alavancar os negócios

Em 1984, a empresa Apple entrou para a história com o comercial de lançamento do Macintosh no intervalo do Superbowl XVIII. A peça publicitária fazia uma referência ao livro “1984” de George Orwell, onde a sociedade era governada por um sistema totalitário (Big Brother) que privava a individualidade de todos os cidadãos.

O comercial foi dirigido por Ridley Scott (Blade Runner, o Caçador de Andróides) e provocava os espectadores mostrando que o Macintosh seria o instrumento que possibilitaria o indivíduo a romper todas as barreiras, tornando-o verdadeiramente livre.

O comercial só passou uma única vez na TV, e foi um marco para a história da publicidade e fez da Apple a marca que conhecemos hoje. Na época, a Apple tentava superar o grande ‘player‘ do mercado de tecnologia, a empresa IBM, referida como o ‘Big Brother‘ no comercial.

Agora vamos trazer essa situação para o contexto atual. Hoje qualquer marca tem acesso a uma infinidade de canais de comunicação onde estão os consumidores. É possível publicar textos, imagens, slides, áudios e vídeos impactando, engajando e vendendo qualquer produto ou serviço para o consumidor.

Diferente de 1984 onde a TV imperava como via de comunicação em massa, hoje os palcos são pulverizados e mais do que nunca, cada marca precisa entender que é preciso ter presença onde o seu público está.

A questão é que, não basta estar, mas sim, como.

Imaginem se o comercial do Macintosh passasse hoje. Será que ele impactaria da forma como foi em 1984? Com certeza não, pois ele foi criado pensando naquele cenário. Hoje é preciso pensar no microcosmo de cada rede social. Todos os canais possuem um tipo de voz, comportamento e replicar fórmulas mágicas sem contextualizar ou engajar é fazer com que a sua marca seja apenas mais uma na ‘timeline’.

E aí, preparado para jogar o martelo no monitor ou vai ficar sentado assistindo o Big Brother dizendo com a sua empresa precisa atuar?

A comunicação da sua empresa pensa realmente fora da caixa?

Usa-se muito a expressão “pensar fora da caixa” hoje em dia. Basta acessar qualquer site de marketing digital para constatar essa máxima. Mas afinal, a sua empresa está realmente fazendo uma comunicação “fora da caixa”?

Na verdade mesmo, são poucas marcas que comunicam e convertem usando uma comunicação fora do convencional. E não é por falta de vontade ou iniciativa. É porque é muito difícil mesmo encontrar uma voz diferenciada, ajustar o tom e ainda sim fazer uma conversão. Não é fácil!

Será que a sua empresa está pronta pra assumir uma comunicação assim?

Mas há quem comunique fora da caixa e ainda cria uma base de fãs que ampliam a experiência com a marca. Quem se lembra da famosa página do Cemitério Jardim da Ressurreição no Facebook? Com publicações cravejadas de bom-humor, a comunicação foge do ‘modus operandi‘ de seus similares e vira a única marca memorável de seu segmento.

Outra página no Facebook que descobri recentemente é a Pony Veículos. Uma loja de carros usados que anuncia de forma inusitada seus produtos e arranca boas gargalhadas e claro, fica na mente de possíveis clientes.

Fiat Uno Deus das Estradas

Um Uno Fire 2007/08 definido como “vilão confirmado na próxima temporada do The Flash” e dono de um “design cubista revolucionário de Pablo Picasso”, além de outras qualidades impublicáveis. A Pony diz que o popular é um carro voltado para “homens sérios, trabalhadores e que estão à procura de um relacionamento duradouro”.

Já imaginou anunciar um carro assim? Pois é, essa é a estratégia da empresa, que garante, está vendendo como nunca! Uma coisa é certa: garanto que você riu quando leu o anúncio. Daí para uma compra é apenas um pulo se a conveniência do produto alinhar com a sua necessidade.

Pense nisso!

Comunique a cultura de valores da empresa e evite uma crise nas redes sociais

No começo desse mês, um homem foi demitido de uma empresa da construção civil onde estagiava, por postar conteúdo machista e preconceituoso no seu Facebook enquanto trabalhava nas dependências da empresa. Claro que a Internet não perdoou e ele foi demitido, e o caso ganhou repercussão nacional.

A empresa de Maringá publicou um pedido de desculpas na sua página no Facebook (vide box) e informou o desligamento do estagiário. Claro que esse fato, de certa forma, mancha a imagem da empresa.

Por mais que tenha ficado claro que as menções do estagiário não representavam os valores da empresa, ainda sim, ela possui responsabilidade em não ter criado essa cultura junto aos seus colaboradores e pode ser que leve tempo para que esse imagem seja restaurada na mente das pessoas.

Felizmente a empresa agiu rapidamente e está trabalhando para reverter o caso. Por isso, fica a dica para você empresário que ainda não entende como as redes sociais funcionam:

Pensar em comunicação não é apenas criar bons conteúdos engajados, mas também passar a cultura da empresa para o seu público, além dos seus funcionários e colaboradores.